quinta-feira, 8 de março de 2012

"MUITAS VEZES UM JUIZ QUER UM SEGURANÇA PARA SER DIFERENTE", DIZ ELIANA CALMON

Temida por juízes, ministra revela em entrevista ao 'Direto da Fonte' seu lado vovó e cozinheira

Mesmo com horário marcado, a fila no gabinete para falar com Eliana Calmon chega a durar três horas, como na tarde em que ela recebeu a coluna, semana passada, em Brasília. É um entra e sai vertiginoso de gente com denúncias contra magistrados. E as queixas vão muito além da corrupção. Dia desses, chegou pedido vindo de uma pequena cidade do Amazonas. Queriam o afastamento de uma juíza porque ela amava dois coronéis da comarca ao mesmo tempo e o caso assanhava a população...

'As elites estão de mãos dadas com a corrupção', diz a ministra Eliana Calmon Na sala de espera de seu QG, no prédio do STF, há leituras variadas: Anuário da Justiça, Vogue e o livro Resp - Receitas Especiais, de autoria da própria ministra. Na capa da obra está colado um aviso: "não levar". Se um fã de culinária se interessar, um funcionário do gabinete logo avisa como adquirir um exemplar: "Aqui mesmo, por R$ 30, com direito a dedicatória". Aqui, os principais trechos da conversa:

Sua personalidade forte assusta as pessoas?

Assusta. E isso é ruim porque as pessoas não me veem como uma pessoa que tem fragilidades, elas me veem sempre como alguém que pode dar guarida, mas não pode fraquejar.

Tem muitas fragilidades?

Ah, lógico. Todo mundo tem. No final do ano fiquei muito mal quando vi as associações todas reunidas entrarem com uma representação criminal contra mim, duas liminares no Supremo, barrando minha atividade, dizendo que eu era criminosa e que eu estava infringindo a Constituição, estava quebrando sigilo, vazando informações. O dia da votação (que ratificou os poderes de investigação do CNJ) foi igual a final de Copa do Mundo. Todo mundo tenso. Fui tomada por uma enxaqueca tão grande que corri para a casa, tomei remédio e fiquei no quarto escuro, com o olho miudinho.

Anda com segurança?

Não. E eu vou acreditar nessa segurança? Sou mais meu salto de sapato. Gosto de dirigir meu próprio carro. Muitas vezes um juiz quer um segurança para ser diferente. Quer uma mordomia para mostrar aos outros que ele é importante. Quem é autoridade e tem o poder de dar e tirar a liberdade tem que ser simples. Isso tudo termina sendo um pouco de doença profissional, porque quem dá a última palavra sempre fica prepotente. Por isso que digo que nós, da magistratura, tínhamos de investir na formação adequada dos juízes. Precisamos ver essa vaidade como uma doença profissional, onde você tem que se cuidar no dia a dia.

Mas quando você decide ser juiz, você já se dá a autoridade do certo e do errado. Já é complicado a princípio, não?

Então você tem que ter uma boa formação psicológica. Uma pessoa que não é analisada não deveria ser juiz.

Qual é o maior inimigo do Brasil?

A corrupção. As elites estão de mãos dadas com a corrupção, alguns porque realmente fazem parte de uma sociedade corrupta. Outros porque nem têm noção de que estão contribuindo para a corrupção, como o corporativismo.

Conversou com Dilma na época do quase esvaziamento dos poderes do CNJ?

Nunca. Não temos relação nenhuma. Eu a conheço de fotografia, nunca a vi pessoalmente. Ela deu declarações intramuros, nunca a mim.

Sentiu falta de respaldo?

Não. Sou um animal jurídico.

Já disse ser um colibri.

Digo brincando. Não sou um colibri, porque seria uma pessoa delicada. Não passo isso. Sou muito mais uma loba (risos).

Gostaria de ter sido indicada ao STF se sua idade permitisse?

Não, não seria feliz lá. É uma Casa muito política, contida, onde se fala pouco. É uma Casa de muitas vaidades. Não tenho o perfil. Sou como sou.

Falava-se muito que o ACM mandava na Justiça da Bahia. Tem fundamento?

Total. Ele mandava em tudo na Bahia, inclusive nos desembargadores, menos da Justiça Federal. O presidente do Tribunal Eleitoral chegava a dizer: "O cabeça branca mandou decidir dessa forma". Isso eu vivi, briguei e fiquei isolada.

Como sobreviveu?

Como tenho sobrevivido até hoje. Sou a marca dos desafios, né? Riam de mim. Mas sempre fui "brigona".

De onde vem esse jeito?

Meu pai nunca baixou a cabeça e me criou absolutamente independente. Com 13 anos eu tinha a chave de casa. Com 16, ganhei um carro. Tinha motorista e eu dava umas "direçõezinhas".

Como era quando criança?

Estudiosa, recitava poesia. Meu pai era um pequeno empresário, minha mãe, dona de casa, mas de uma família boa. Para ela, eu deveria ser vaidosa, coquete, tinha que namorar mais, me vestir bem. Sou a "antifilha". Para fazer festa de 15 anos foi um inferno. Achava uma porcaria. Valsa? Um horror. Eu era bandeirante e, às vésperas da festa, fui acampar. Voltei cheia de picada de mosquito, breada de sol. Foi a festa da minha mãe. Por mim, nem estaria presente.

E o casamento?

Outro inferno para convencer minha mãe, que queria um casamento maravilhoso. Cogitou até aquele cruzamento de espadas. Mas nunca, jamais, em tempo algum iria me submeter a esse ridículo. Casei numa terça, com almoço simples. Tinha 24 anos, já formada. Meu marido era oficial de Marinha. Era intelectual.

Foi uma criança insubordinada?

Meus pais sofreram, eu era ousada, desaforada, voluntariosa, só fazia o que queria. Fui uma adolescente à frente da época. Isso me ajudou, pois não virei uma moça medíocre. Tinha tudo para ser casadoura. Esse meu jeito fez com que eu desabrochasse, enfrentasse uma mãe coquete, uma sociedade restritiva. E fez com que eu repensasse um casamento.

Casada com militar, quem mandava em casa?

Ele. Ah, não há quem consiga mandar mais que um militar (risos). Fiquei casada por 20 anos e tinha uma enxaqueca terrível. Fiz diversos tratamentos. Hoje eu digo que fiquei boa, mas não posso receitar o remédio: quando eu me separei, a enxaqueca foi embora. Impressionante. Depois do marido, só quem conseguiu me deixar com enxaqueca foi o Supremo Tribunal Federal. Mas meu ex foi um grande amigo. Sempre me entendeu, deixou que eu estudasse e trabalhasse. Eu fiquei casada por dez anos sem ter filho. Até que ele disse: "Você pensa que casamento é bolsa de estudos? Não é, quero meu filho". Eu não queria, sou da geração de Simone de Beauvoir. Ela dizia que a servidão da mulher é a maternidade e eu acreditava. Hoje tenho uma gratidão a ele, pois me tornei completa.

Foi dura como mãe?

Duríssima. Por exemplo, ele nunca usou grife, só C&A. Eu queria uma atitude classe média. Cresceu gente de bem. Brincávamos muito, ele se sentava junto de mim e enfiava o dedo no meu braço, brincando de dar injeção. Aí eu disse: "No dia em que você passar no vestibular, vou ficar de calcinha e sutiã para você me dar injeção" (risos). O danado passou em primeiro lugar.

Como é a sogra, Eliana?

Extremamente contida. Porque tenho gênio muito forte e ela também tem - aliás ela foi o maior tributo que meu filho podia pagar a mim. Ele escolheu uma mulher igualzinha.

E como avó?

É uma perdição, aí é outra Eliana. Meu neto tem dois anos e meio. Meu filho comentou: "Minha mãe, estou preocupado, imagina que ele está se jogando no chão". Eu disse: "Tem que pôr limites, façam isso rapidamente. E não esperem minha ajuda, porque estou aqui para fazer todas as vontades dele"(risos). Ele fica: "Vovó, vovó". Vai no meu closet, bota todas as minhas pulseiras, os colares. Entra para tomar banho de banheira e eu entro junto, boto sais de banho e ele fica assim (passando sais pelo corpo). Adora. Quando estou cozinhando, ele me ajuda, deixo ele mexer.

A senhora é uma mulher à frente da sua época. Cozinhar já não teve um significado muito ligado à dona de casa?

Pensei nisso. Por que as mulheres resistem tanto? Acho que é até uma forma atávica de querer se libertar. Elas só tinham vez na procriação e na cozinha. Lá eram as donas do pedaço, onde o homem não apitava. Então quem se libertou não quer mais isso. Mas quando a cozinha deixou de ser um subjugo? Quando os homens chegaram neste cômodo. Cozinhar é uma química. Fala-se que, quando um começa a mexer a panela, o outro não pode pôr a mão. Já tive essa experiência, e não pode mesmo. Quando desanda, não há força humana que faça voltar ao ponto.

Em termos de religião...

Agnóstica. Eu acredito na energia, porque acho que isso não é metafísico, é físico e depois acabou. Sem crise existencial. Eu sou uma mulher analisada. Fiz terapia uns cinco anos.

Depois que separou?

Não, foi para separar (risos).

Não casou mais?

Não. Tenho uma amiga desembargadora que me disse: "Pare com essa cafonice de dizer 'meu ex-marido', pois significa que só teve um. Tem que dizer 'meu primeiro, meu segundo..." Mas não casaria de novo.

Namora?

Pouco. Para uma mulher como eu é difícil. Tenho uma personalidade muito forte, aí os homens que também têm não admiram, e homem fraco também não quero. Outro dia apareceu um advogado bem sucedido e disse ao meu motorista: "O senhor sabe que vou casar com sua chefe?". Quando o motorista me contou, perguntei: "Eu quero saber, sr. Ferreira, o que o senhor acha?". Ele disse: "Ele não aguenta, não" (gargalhadas). Eu achei ótimo. Outro dia eu fui a um tarólogo, de tanto meu chefe de gabinete me atentar, chegou a pagar a consulta, disse que era o meu presente de aniversário. Aí, perguntei: "Senhor Paulo, eu quero ver aí se vou me casar novamente". Ele botou as cartas e disse: "Ah, ministra, vai aparecer um homem bem corajoso" (gargalhadas). Eu brinco com o pessoal: "Cadê o homem corajoso que até agora não apareceu?".

Fonte: Sonia Racy e Débora Bergamasco do Estadão de São Paulo

Notícia Veiculada no dia 07/03/2012 pelo Estadão de São Paulo

HISTÓRICO 8 DE MARÇO: DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES

No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica têxtil, situada na cidade norte americana de Nova Yorque, por terem entrado em greve reivindicando melhores condições de trabalho, tais como a redução de mais de 16 horas de trabalho por dia, para 10 horas, equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente em 1910, durante a Conferência Internacional de Mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, o 8 de março como “Dia Internacional da Mulher”. 

Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. 

Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há ara ser modificado nesta história.

O 8 de março é um marco simbólico para as várias conquistas das mulheres que merecem ser comemoradas, tais como, comemorem-se: o direito ao voto (1932); a conquista da prática e competição nos esportes (1924); entrar no mercado de trabalho; o divórcio; poder ser eleita para governo; evitar a gravidez (com métodos contraceptivos); usar calças compridas; poder matricular-se em curso superior; quando casada, a mulher passa a ter os mesmos direitos do marido no mundo civil; ser livre para adotar ou não o nome do marido; receber salários mais próximos dos pagos aos homens; quando lésbicas, as mulheres passaram a ser menos discriminadas, diminuição da quantidade de homens saindo livre de tribunais depois de matar mulheres. E o que parecia mais difícil, chegar a cargos executivos. 

A visão da “mulher independente” está mais explícita, e tão explícita quanto ela está a necessidade de avançar mais e mais em suas conquistas, ampliando assim os direitos humanos, principalmente com relação a violência física e doméstica contra a mulher. Assim, lembramos que a guerra travada não é a chamada “guerra dos sexos”, mas sim da conquista de espaço dentro da sociedade. 

Marcos das Conquistas das Mulheres na História 

- 1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres. 
- 1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos. 
- 1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres. 
- 1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia. 
- 1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs. 
- 1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas 
- 1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres 
- 1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina. 
- 1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças 
- 1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina 
- 1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres

quarta-feira, 7 de março de 2012

PLC 03/2010 RETIRADO DE PAUTA

O PLC 03/2010 era o segundo item em pauta na sessão de Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), desta quarta feira (07/03). O Presidente da Agepoljus, o Assessor Parlamentar Alexandre Marques e os Agentes de Segurança Igor e Erasmo do Supremo Tribunal Federal, além de vários outros Agentes acompanharam a sessão da Comissão no Senado, onde presenciaram o projeto ser retirado de pauta pelo fato do relator da matéria Senador Mozarildo Cavalcanti (PTB/RR), não estar presente na sessão.

Após sair da comissão a Agepoljus aproveitou a oportunidade e conversou com representantes do Supremo Tribunal Federal, Ministério da Justiça e Polícia Federal, onde ficou ciente de que seguindo determinação do Partido Trabalhista (PT), sobre a campanha do desarmamento, o Ministério da Justiça ainda sustenta a ideia de não ceder o porte de arma para os Agentes de Segurança. Por consequência a Polícia Federal que é órgão subordinado a este ministério, é obrigado a acompanhar a determinação deste ministério, porém em conversa a Polícia Federal reconhece não ter condições de oferecer proteção ao conjunto da Magistratura e que o caminho para a melhoria seria a concessão do porte de arma.

Já em conversa com a assessoria parlamentar do STF, a Agepoljus expos os motivos para a insatisfação da falta de atitude do Presidente do Supremo Tribunal Federal em tomar uma posição com relação a este assunto, sendo necessária para a resolução da questão uma intervenção do mesmo.

O primeiro motivo exposto é de o projeto não se tratar da iniciativa do Judiciário, já o segundo motivo é que se não ocorrer uma intervenção direta do Presidente do STF ou do conjunto de Ministros, dificilmente o porte de arma será aprovado, medida que aguardamos que o STF realize o mais breve possível, pois na tarde de ontem (terça feira), o porte de arma do Supremo Tribunal Federal venceu e a partir desta quarta feira (07/03), os Ministros estão sem contar com escolta armada. Ocorrendo assim uma exposição do Chefe do Judiciário Nacional, não só se tratando de pessoa, mas sim do terceiro homem na hierarquia da constituição federal deste país, o que entendemos ser para todo o conjunto do Judiciário uma situação vexatória.

Na tarde de terça feira (06/03), o Presidente da Agepoljus e o Assessor Parlamentar Alexandre Marques estiveram no Senado, visitando os gabinetes dos Senadores da Comissão, liderança do governo e partidos, solicitando apoio para a referida matéria, porém, e m conversa os dirigentes da Agepoljus ficaram cientes que o governo pediria vista ao PLC 03/2010, retirando o projeto da pauta desta quarta feira e regimentalmente sendo colocado para a próxima sessão. Porém pelo fato de o relator não ter comparecido a sessão, foi decidido pela retirada de pauta do projeto, e ficou acordado que o projeto será o primeiro item da pauta da próxima sessão.

A Agepoljus aguarda pela pauta da sessão e solicita aos companheiros para que os mesmos continuem enviando a carta elaborada para os Senadores da comissão.

Por Augusto Tomáz Aquino

Fonte: AGEPOLJUS

IR 2012 - PASSO A PASSO SERÁ RETIFICADO

A assessoria financeira da ANAJUSTRA publicou no dia,05, passo a passo para a informação dos valores dos quintos recebidos em 2011 na Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda deste ano. No entanto, ele foi retirado do site, pois as informações não conduziam o servidor para a forma mais favorável de tributação desses rendimentos recebidos acumuladamente.

Pedimos, àqueles que tenham acessado o passo a passo, que o desconsiderem. A associação está preparando um novo documento, com as retificações necessárias, para garantir que o associado possa, dentre as duas formas de tributação desses rendimentos disponíveis no programa da Receita Federal, escolher a que lhe propicie nesse ajuste o menor imposto a pagar e, com isso, a possibilidade de perceber, parte ou a totalidade, do imposto de 3% descontado quando do pagamento dos precatórios de quintos. O novo passo a passo será divulgado em breve.

Fonte: ANAJUSTRA

SINSJUSTRA PROMOVE O Iº ENCONTRO SINDICAL E DE COOPERATIVISMO


REDISTRIBUIÇÃO EM PAUTA

Considerando que Associação Nacional dos Servidores da Justiça do Trabalho (ANAJUSTRA) foi quem primeiro instou o Conselho Nacional de Justiça com o intuito de regulamentar o instituto da redistribuição, bem como o fato de aquele Conselho, na sessão do dia 28 de fevereiro de 2012, haver aprovado resolução disciplinando a matéria, sem que as entidades representativas dos servidores tivessem conhecimento prévio da redação final da minuta regulamentadora, ou participassem do processo de elaboração das regras ali dispostas, noticia que requererá, tão logo após a publicação da mencionada resolução, o ingresso no feito como terceira interessada ou amicus curiae, a fim de buscar a alteração de dispositivos que possam estar em dissonância com a legislação federal ou que venham a restringir direitos dos servidores com a inserção de requisitos não previstos em lei, notadamente em relação à exigência do estágio probatório.

Leia mais:




Fonte: ANAJUSTRA

PLC 03/2010 EM PAUTA NA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA


O PLC 03/2010 é o segundo item em pauta na sessão de Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), marcada para a próxima quarta feira (07/03). O projeto encontra-se em pauta devido a vários esforços desempenhados por várias entidades e também pela Agepoljus que semana passada juntamente de seus associados, elaborou um memorando solicitando que os Senadores responsáveis por esta comissão, pautassem o projeto que defende o aprimoramento da Segurança Judiciária.

A Agepoljus já está desenvolvendo novamente outro documento, solicitando aos Senadores para que os mesmos votem a favor do Projeto apresentado pelo Senador Mozarildo Cavalcanti (PTB/RR).

 Fonte: AGEPOLJUS

MINISTRA CANCELA PRESENÇA E AGEPOLJUS CANCELA SEMINÁRIO

Na tarde desta terça feira (06/03), o Presidente da Agepoljus Edmilton Gomes e o Assessor Parlamentar Alexandre Marques estiveram no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde visitaram o gabinete da Ministra e Corregedora Eliana Calmon, para tratar sobre a resolução que a comissão aprovou semana passada.

Em tal visita a Agepoljus ficou ciente de que a Ministra não poderá comparecer ao Seminário marcado para o dia 23 de março em Salvador/BA. O intuito do encontro que foi cancelado era tratar sobre A Perspectiva da Segurança Judiciária, e apresentar todas as dificuldades e serviços prestados pela categoria a Ministra.

Fonte: AGEPOLJUS

segunda-feira, 5 de março de 2012

CUIDADO COM OS ERROS COMUNS NO TRABALHO EM EQUIPE

Facilidade para trabalhar em equipe é algo muito procurado em profissionais da nova geração. E algumas dicas importantes podem ajudam a não vacilar na hora de se comportar como membro de uma equipe:

Fazer fofoca de colegas ausentes

"Falar dos outros é sempre delicado. Portanto, se você tem algo a dizer para seu colega diga diretamente a ele. Desta forma, evita que o comentário seja mal interpretado e retransmitido por outros funcionários. Ao fazer uma crítica diretamente ao colega em questão você evita que seu comentário chegue distorcido aos ouvidos dele, o que pode gerar conflitos. Além disso, falar pelas costas e comentar sobre a vida alheia é uma atitude mal vista".
Paulo de Castro Braune - Diretor Geral da Braune Educação Empresarial.

Rejeitar o trabalho em equipe

"Hoje, independentemente de seu cargo, é preciso saber trabalhar em equipe, já que bons resultados dificilmente nascem de ações individuais. No ambiente corporativo, uns dependem dos outros. Se o funcionário não estiver disposto a colaborar com os colegas, certamente será um elo quebrado. Com isso, o grupo/equipe não chegará ao resultado desejado. Ser resistente ao trabalho em equipe é um revés grave. Sem essa abertura, dificilmente o colaborador conseguirá obter sucesso".
Ricardo Dreves - Diretor da consultoria em RH Dreves e Associados.

Ser antipático (a)

"A empatia é muito útil no ambiente de trabalho. Você deve ser leal, cortês, amigo e humilde. Falar bom dia e cumprimentar os outros são atitudes que demonstram educação e respeito pelos demais. O fato do trabalho exigir concentração do colaborador não significa que ele não possa ser cordial e abrir um espaço na agenda para ajudar os companheiros de equipe".
Marcelo Abrileri - presidente do site de empregos Curriculum.

Deixar conflitos pendentes

"Conflitos acumulados podem se agravar. Qualquer tipo de problema referente ao trabalho, dúvida sobre decisões, responsabilidades que não foram bem entendidas, alguém que ficou magoado com outro por algum motivo, enfim, qualquer tipo de desconforto deve ser esclarecido para evitar a discórdia no ambiente. O funcionário deve conversar para resolver o assunto, caso contrário, isso poderá gerar antipatia, fofoca com outros colaboradores e um clima péssimo para toda a equipe".
Beatriz Maria Braga Lacombe - professora de gestão de pessoas da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo

Ficar de cara fechada

"Ter um companheiro de equipe com bom humor anima o ambiente de trabalho, enquanto que topar um colega mal-humorado causa desconforto do início ao fim do expediente. Esta postura gera desgastes desnecessários, pois além de deixar toda uma equipe desmotivada ainda atrapalha a produtividade. Pessoas mal-humoradas geralmente não toleram brincadeiras. Com isso, automaticamente são excluídas da equipe, o que não é saudável. Por essa razão, manter o bom humor no trabalho é fundamental para cultivar bons relacionamentos".
Julia Alonso - Sócia diretora da Só Talentos RH, recrutamento e seleção de estagiários e trainees.

Deixar de cultivar relacionamentos

"Os melhores empregos não estão nos jornais e nem nos classificados. A partir do seu relacionamento interpessoal no trabalho é que conseguirá construir uma rede de contatos (networking) que servirá, no futuro, para encaminhá-lo às melhores oportunidades. ? importante mostrar dinamismo, ser cooperativo no trabalho e nunca fechar as portas pelos lugares onde passar".
Sheila Madrid Saad - professora de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Não ouvir os colegas

"? importante escutar a todos, mesmo aqueles que têm menos experiência. Isso estimula a participação e a receptividade de novas idéias e soluções. Questionar com um ar de superioridade as opiniões colocadas numa reunião não só intimida quem está expondo a idéia, como passa uma imagem de que você é hostil. ? necessário refletir sobre o que está sendo dito, não apenas ouvir e descartar a idéia de antemão por considerá-la inútil".
Cristiane Leão - analista de desenvolvimento de recursos humanos da Fundação Mudes - São Paulo.

Não respeitar a diversidade

"Todas as diferenças devem ser respeitadas entre os membros de uma equipe. Não é aceitável na nossa sociedade alguém que não queira contato com outro indivíduo apenas por ele ser diferente. Ao passo que o funcionário aceita a diversidade, ele amplia as possibilidades de atuação, seja dentro da organização ou com um novo cliente. Além disso, o respeito e o tratamento justo são valores do mundo globalizado que deveriam estar no DNA de todos. Sem eles, o colaborador atrapalha o relacionamento das equipes, invade limites dos colegas e a natureza do outro".
Nelci Maria de Mello - gerente de recrutamento e seleção da empresa Dupont - companhia científica, com atuação no setor químico.

Apontar o erro do outro

"A perfeição não é virtude de ninguém. Antes de apontar o erro do outro, deve-se analisar a sua própria conduta e sua responsabilidade para o insucesso de um trabalho ou projeto. ? melhor ajudar a solucionar um problema do que criar outro maior em cima de algo que já deu errado. Lembre-se: errar é humano e o julgamento não cabe no ambiente de trabalho. No futuro, o erro apontado pode ser o seu".
Doutor Helio Roberto Deliberador - professor do Departamento de Psicologia Social da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Ficar nervoso (a) com a equipe

"Atritos são inevitáveis no ambiente de trabalho, mas a empatia deve ser colocada em prática nos momentos de tensão entre a equipe para evitar que o problema chegue ao gestor e se torne ainda pior. Cada um tem um tipo de aprendizagem e um ritmo de trabalho, o que não quer dizer que a qualidade da atividade seja melhor ou pior que a sua. O respeito e a maturidade profissional devem falar mais alto do que o nervosismo. Equilíbrio emocional e uma conduta educada são importantes tanto para a empresa como para o profissional".
Gláucia Santos - consultora de recursos humanos da Catho on-line.

PROJETO QUE PREVÊ APOSENTADORIA ESPECIAL PARA SERVIDORES COM DEFICIÊNCIA OU COM SITUAÇÕES DE RISCO ESTÁ PRONTO PARA SER VOTADO NO SENADO

BRASÍLIA – 05/03/12 - Servidores públicos que tenham alguma deficiência, que exerçam funções sob condições especiais que prejudiquem sua saúde ou integridade física e policiais que trabalhem em atividade de risco poderão requerer aposentadoria especial. É o que prevê o substitutivo ao PLS 68/03 - Complementar, que está pronto para ser incluído na ordem do dia do Plenário do Senado. 

 De acordo com o projeto, a aposentadoria especial será devida ao servidor com deficiência, independentemente de idade, desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria, após 25 anos de contribuição. 

Também será devida a aposentadoria especial ao servidor da polícia civil, ao servidor da perícia oficial e ao servidor penitenciário, voluntariamente, com proventos integrais, após 30 anos de contribuição, se homem, ou 25 anos, se mulher, desde que contem, em ambos os casos, com pelo menos 25 anos de pleno exercício em qualquer atividade da carreira. 

Ainda terá direito à aposentadoria especial o servidor que tenha cumprido tempo mínimo de dez anos de exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria e que tenha trabalhado sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física de forma permanente e habitual, não ocasional e intermitente, durante 15 anos em atividades como a mineração; 20 anos, em serviços com a manipulação de asbestos e derivados, entre outros; e 25 anos trabalhando com arsênio, pressão e temperatura anormais, manipulação de sílica, benzeno, bromo, entre outros. 

A comprovação da exposição a esses agentes nocivos químicos, físicos e biológicos será feita pelo órgão ou entidade onde o servidor tiver exercido a atividade, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho. 

 O texto engloba o teor de três projetos: o original [PLS 68/2003], do senador Antonio Carlos Valadares [PSB-SE], o PLS 250/2005, do senador Paulo Paim [PT-RS] e o PLS 8/2006, do ex-senador Marco Maciel, que tratavam de assuntos semelhantes, e foram aproveitados no substitutivo elaborado pelo ex-senador Rodolpho Tourinho. 

O escritor e ativista dos Direitos Humanos Ari Heck – que também é servidor da Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul e filiado ao Sintrajufe-RS - foi quem sugeriu o projeto ao senador Paulo Paim. Na época, Ari era presidente da Associação dos Deficientes de Triunfo, cidade localizada na região metropolitana de Porto Alegre. Para Ari, que também é deficiente, a expectativa de vida dos deficientes é menor em relação aos demais cidadãos e como a Constituição prevê a aposentadoria, o Congresso precisa regulamentá-la com urgência. 

 O escritor que disponibilizou em seu site www.ariheck.com um abaixo-assinado em defesa do projeto do senador Paulo Paim, está buscando formas de denunciar o Brasil na ONU por desrespeito aos direitos humanos dos deficientes. Com cerca de três mil assinaturas, o objetivo do ativista é chegar em dez mil assinaturas que serão entregues aos senadores para fundamentar a aprovação do projeto. “Estou convocando todos os deficientes e familiares para votar no site http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/557 e ajudar os mais de 25 milhões de deficientes brasileiros a conquistar a sua aposentadoria especial. Somente com a nossa organização vamos conquistar a aposentadoria igual a qualquer trabalhador não deficiente”, conclui o ativista dos direitos humanos. 

 Se aprovado, aprovado, o projeto seguirá para a análise da Câmara dos Deputados. 

Fonte: FENAJUFE/AGÊNCIA SENADO

AGEPOLJUS DISPONIBILIZA NOVA CARTA PARA ENVIO AOS SENADORES DA CCJ SOLICITANDO APOIO AO PLC 03/2010

A Agepoljus preparou  nova carta para envio aos Senadores que integram a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), solicitando o apoio para que o relatório do Senador Mozarildo Cavalcanti (PTB/RR)  ao Projeto de Lei da Câmara - PLC 03/2010, seja votado e aprovado. 

O Projeto é o segundo item incluso na pauta da sessão marcada para a próxima quarta feira (07/03).
 
Orientamos que o Agente de Segurança preencha a carta envie e-mail apenas para os Senadores desta comissão que são de seu referido estado, caso não haja nenhum Senador representando seu estado, a carta deve ser enviada para todos os senadores da Comissão.
 
Clique   Aqui  para ter acesso a carta.
 
Abaixo a lista de e-mail dos Senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
 
José Pimentel (PT/CE) -  gab.josepimentel@senado.gov.br
Inácio Arruda(PCdoB/CE) -  inacioarruda@senador.gov.br
Eunício Oliveira (PMDB/CE) -   eunicio.oliveira@senador.gov.br
Marta Suplicy (PT/SP) -    martasuplicy@senadora.gov.br
Pedro Taques (PDT/MT) -  pedrotaques@senador.gov.br
Jorge Viana (PT/AC) -   jorgeviana.acre@senador.gov.br
Sérgio Petecão (PSD/AC) -   sergiopetecao@senador.gov.br
Francisco Dornelles (PP/RJ) -   francisco.dornelles@senador.gov.br
Marcelo Crivella (PRB/RJ)  -  crivella@senador.gov.br
Antonio Carlos Valadares (PSB/SE) -   antoniocarlosvaladares@senador.gov.br
Pedro Simon (PMDB/RS) -  simon@senador.gov.br
Romero Jucá (PMDB/RR)   -  romero.juca@senador.gov.br
Vital do Rêgo (PMDB/PB)   -  vital.rego@senador.gov.br
Renan Calheiros (PMDB/AL)   -  renan.calheiros@senador.gov.br
Luiz Henrique (PMDB/SC) -  luizhenrique@senador.gov.br
Aécio Neves (PSDB/MG) -  aecio.neves@senador.gov.br
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP) -  aloysionunes.ferreira@senador.gov.br
Alvaro Dias (PSDB/PR) -  alvarodias@senador.gov.br
Demóstenes Torres (DEM/GO) -   demostenes.torres@senador.gov.br
Armando Monteiro (PTB/PE) -  armando.monteiro@senador.gov.br
Gim Argello (PTB/DF) -  gim.argello@senador.gov.br
Magno Malta (PR/ES) -   magnomalta@senador.gov.br
Randolfe Rodrigues (PSOL/AP) -  randolfe.rodrigues@senador.gov.br

Fonte: AGEPOLJUS

DIRETOR REGIONAL DA AGEPOLJUS ESCLARECE SOBRE PORTE DE ARMA E POLÍCIA JUDICIAL EM PORTO VELHO

O diretor regional da Associação Nacional dos Agentes de Segurança (Agepoljus) e coordenador da Fenajufe, Gérner Matos, se reuniu no último sábado (03/03) com a classe em Porto Velho, ocasião que esclareceu sobre porte de arma, Polícia Judicial e treinamento continuado a ser desenvolvido em parceria com o Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região RO/AC.

Informação e fotos: Alberto Alves


FOTOS DA REUNIÃO


quinta-feira, 1 de março de 2012

COMEÇA HOJE ENTREGA DA DECLARAÇÃO DO IR 2012



Os contribuintes poderão enviar hoj, 1º, a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2012. Este ano, o programa gerador da declaração foi liberado mais cedo e desde a última sexta-feira, 24, está disponível na página da Receita Federal na internet. O contribuinte deve baixar ainda o Receitanet, aplicativo responsável pela transmissão dos dados, disponível no mesmo endereço.

Para facilitar o preenchimento , a Receita atualizou a página especial com o tutorial que simula o desenho de uma linha de metrô, em que cada estação representa uma etapa a ser cumprida até a entrega da declaração. Para encontrá-la,o contribuinte deve acessar o endereço             www.receita.fazenda.gov.br/irpf2012. A Receita também liberou um manual para o contribuinte e para os seus funcionários com perguntas e respostas sobre o preenchimento da declaração.

Pela Instrução Normativa 1.246, estão obrigados a declarar os contribuintes que receberam rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 23.499,15. Os valores em 2012 foram corrigidos em 4,5%. Também deve declarar quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil.

Deve preencher ainda a declaração quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto, realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas ou obteve receita bruta com a atividade rural superior a R$ 117.495,75.

Para quem resolver fazer a declaração pelo modelo simplificado, o valor do desconto, que substitui todas as deduções de quem faz pelo modelo completo, está limitado a R$ 13.916,36 ante R$ 13.317,09 do ano passado ou 20% da renda sujeita a imposto.

Houve correção nas deduções por dependente, que passaram de R$ 1.808,28 para R$ 1.889,64. No caso da dedução com instrução, o valor subiu de 2.830,84 para R$ 2.958,23. Não há limites para despesas médicas e as deduções permitidas com a contribuição previdenciária dos empregados domésticos passaram de R$ 810,60 para R$ 866,60.

A multa continua a mesma para quem não declarar no prazo: mínimo de R$ 165,74. A Receita Federal espera receber este ano cerca de 25 milhões de declarações. Em 2011, foram enviados 24,37 milhões. 
A declaração terá que ser apresentada entre 1º de março e 30 de abril pela internet ou entregue em disquetes nas agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil no horário de funcionamento das instituições ao público. Os contribuintes que entregarem no início do prazo, se tiverem direito à restituição, receberão nos primeiros lotes. O dinheiro do primeiro lote regular está previsto para 15 de junho e o último para 17 de dezembro. 

O contribuinte deve ficar atento porque a restituição só será incluída no lote se a Receita não identificar inconsistências na declaração. Por isso, é importante fazer um cadastro no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) e verificar se houve algum tipo de problema com a declaração para corrigir o problema.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL/ANAJUSTRA

CNJ DISCUTE SISTEMA DE SEGURANÇA DO JUDICIÁRIO

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve analisar na próxima sessão plenária uma proposta de resolução para instituir o Sistema Nacional de Segurança do Poder Judiciário (Sinaspj), estabelecendo diretrizes e medidas de segurança institucional e pessoal dos magistrados e familiares em situação de risco. A proposta de resolução foi aprovada nesta quarta-feira (29/2) pelo grupo de trabalho do CNJ criado para estabelecer normas para a segurança dos magistrados.

De acordo com a proposta, o Sinaspj vai abranger também a segurança da informação. Caberá à Corregedoria Nacional de Justiça propor diretrizes, planejamento, coordenação, supervisão e o controle das ações do Sistema. As iniciativas terão que ser aprovadas pelo Plenário do CNJ. Na promoção do sistema de segurança do Poder Judiciário, a Corregedoria Nacional poderá firmar acordos de cooperação técnica com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), com os ministérios públicos e órgãos de inteligência, inclusive internacionais. Poderá ainda requisitar servidores e militares para a segurança do Judiciário.


Pela proposta, a Corregedoria Nacional terá poder para determinar a remoção do magistrado em situação de risco ou autorizar o exercício provisório da função fora da sede juízo. Além disso, poderá também requisitar força policial para garantir a segurança de magistrados ameaçados.


Segurança e inteligência – O texto aprovado pelo grupo de trabalho, coordenado pela ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça, propõe a criação do Departamento de Segurança e Inteligência do Poder Judiciário, subordinado à Corregedoria Nacional. Esse departamento vai coordenar e supervisionar as iniciativas dos tribunais de Justiça com o objetivo de integrar e compartilhar informações dentro do Judiciário.


Integram o grupo de trabalho os conselheiros José Roberto Neves Amorim, Sílvio Luis Ferreira da Rocha, Gilberto Valente Martins e Jefferson Kravchychyn. Na elaboração da proposta de resolução, eles contaram com o apoio de outros magistrados e de policiais federais.


Gilson Luiz Euzébio
Agência CNJ de Notícias

SINSJUSTRA PROMOVE O Iº ENCONTRO SINDICAL E DE COOPERATIVISMO


CSJT CRIA GT PARA ANALISAR PAGAMENTO DE PASSIVOS NA JUSTIÇA DO TRABALHO

Coordenadora do Sitraemg-MG vai ao Conselho para obter informações sobre objetivos do GT

BRASÍLIA – 29/02/12 – O Conselho Superior da Justiça do Trabalho [CSJT] publicou nesta terça-feira [28] o Ato Conjunto nº 3 instituindo um Grupo de Trabalho com a finalidade de “elaborar diagnóstico e realizar procedimentos de auditoria acerca dos pagamentos dos passivos, denominados Parcela Autônoma de Equivalência [PAE] e Unidade Real de Valor [URV], no âmbito da Justiça do Trabalho de 1º e 2º graus”. O referido GT é formado por técnicos da área orçamentária do Conselho e terá 90 dias para entregar o relatório da auditoria ao presidente do CSJT.

Preocupada com o objetivo desse Ato Conjunto, a coordenadora do Sitraemg-MG Lúcia Bernardes esteve ontem no Conselho para obter mais informações a respeito do GT. “A minha preocupação é em relação ao que pode acontecer com aqueles tribunais que ainda têm parcelas a pagar da URV. Esperamos que esse ato do CSJT não prejudique os servidores que têm esse direito”, explicou Lúcia.

A assessoria técnica do Conselho informou à dirigente sindical que o objetivo do GT é oferecer ao atual presidente dados mais detalhados sobre a realidade dos pagamentos de passivos da URV feitos anteriormente, especialmente nos anos de 2010 e 2011. A assessoria explicou, ainda, que em 2012 será garantido o pagamento da 3ª parcela, conforme está previsto no orçamento. Já a 4ª parcela, no entanto, será paga somente em 2013. O assessor garantiu, também, que o prazo para conclusão dos trabalhos e entrega dos relatórios referentes às 1ª e 2ª etapas é de 30 a 90 dias e visa sanar eventuais incorreções em pagamentos já efetuados, não tendo qualquer relação direta com a liberação da 3ª parcela.

“A Fenajufe e os sindicatos onde os servidores da JT ainda têm passivos a receber devem ficar de olho e acompanhar o trabalho desse GT, visando a garantia do pagamento das 3ª e 4ª parcelas”, ressalta Lúcia.

Da Fenajufe – Leonor Costa

Fonte:FENAJUFE 

AGEPOLJUS SE REÚNE COM MINISTRA CARMEN LUCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Por Augusto Tomáz Aquino

Na tarde da última quarta feira (29), o Presidente da Agepoljus Edmilton Gomes, a Ex-Presidente do Conselho Fiscal Silvânia Costa, a Ex-Vice-Presidente da associação e atual coordenadora da Fenajufe Fátima Arantes e o Diretor Regional de Rondônia e também coordenador da Fenajufe Gérner Matos, estiveram no Salão Branco do Supremo Tribunal Federal, onde se encontraram com a Ministra Cármen Lúcia do STF.

A Agepoljus apresentou a Ministra o comprometimento que a categoria tem em relação a suas responsabilidades e também explanou sobre o quadro atual da segurança judiciária, incluindo as dificuldades enfrentadas pelos servidores de todo país.

Edmilton Gomes disse que os Agentes de Segurança de todo o Brasil estão dispostos a oferecerem seus serviços auxiliando a segurança da Justiça Eleitoral nas próximas eleições, seja visto que tal experiência já vem sendo desenvolvida no estado da Bahia desde 2002 com resultados bastante satisfatório.

A Ministra revelou animação com a ideia apresentada, demonstrando total  atenção às causas apresentadas pela Agepoljus e colocou se a disposição para ajudar a Segurança Judiciária.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

AGEPOLJUS PROTOCOLA REQUERIMENTO SOLICITANDO INTERVENÇÃO NO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA

A Agepoljus protocolou no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), um requerimento de solicitação de intervenção no Procedimento de Controle Administrativo Nº 0004466-81.2011.2.00.0000, de autoria da Direção-Geral do Departamento de Polícia Federal. A matéria contesta atos administrativos de órgãos do Judiciário que concedem portes de arma de fogo a determinados servidores, em desconformidade com a Lei no 10.826/03. Esta lei dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição.
A Ajufe e a Fenajufe também protocolaram requerimento solicitando tal intervenção, o Conselho acatou o requerimento das demais entidades e da Agepoljus esta a qual já enviou uma manifestação elaborada pelo Dr. Rudi Cassel que é o responsável pela área jurídica desta associação.         
Acesse sua área restrita, CLIQUE AQUI confira a manifestação protocolada. 

sábado, 25 de fevereiro de 2012

COMEÇA A TRAMITAR NO SENADO PEC QUE GARANTE PROVENTOS INTEGRAIS A SERVIDORES APOSENTADOS POR INVALIDEZ

BRASÍLIA – 24/02/12 - Aprovada com o número 270/08 na Câmara dos Deputados, a PEC que concede proventos integrais aos servidores públicos aposentados por invalidez permanente começou a tramitar no Senado, onde segue inicialmente para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania [CCJ]. O presidente da comissão, Eunício Oliveira [PMDB-CE], postou no Twitter que tem recebido manifestações sobre a emenda e que trabalhará por sua aprovação no Senado. A iniciativa alcança servidores que tenham ingressado no serviço público até 31 de dezembro de 2003, data da promulgação da Emenda Constitucional 41, que constitui a última reforma da Previdência. A proposta garante aos aposentados por invalidez permanente paridade de reajuste de vencimentos com quem está na ativa.

A PEC foi aprovada na Câmara por 428 votos a 3, com uma abstenção. De acordo com o texto, o servidor que entrou no serviço público até o final de 2003 e já se aposentou ou venha a se aposentar por invalidez permanente terá direito a proventos calculados com base na remuneração do cargo em que se der a aposentadoria, sem uso da média das maiores contribuições, como prevê a Lei 10.887/04, que disciplina o tema.

Essas aposentadorias também terão garantida a paridade de reajuste com os cargos da ativa, regra estendida às pensões derivadas desses proventos. A última reforma da Previdência instituiu a aposentadoria por invalidez permanente, mas com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. A exceção era apenas para a aposentadoria decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável listada em lei.

A PEC, que acrescenta o artigo 98 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, se promulgada, estipula um prazo de 180 dias para o Executivo revisar as aposentadorias e pensões concedidas a partir de 1º de janeiro de 2004. Os efeitos financeiros dessa revisão vão valer a partir da data de promulgação da futura emenda constitucional.

Fonte: AGÊNCIA SENADO/FENAJUFE